Dica: Conheça o resultado de um comando antes de executar. Eu não me responsabilizo pelo resultado nem tiro dúvidas sobre a utilização do mesmo.
O comando deve ser executado no console/shell (bash) do sistema operacional.
Tables:
for tbl in `psql -qAt -c "select tablename from pg_tables where schemaname = 'public';" DATABASE` ; do psql -c "alter table $tbl owner to NEW_OWNER" DATABASE ; done
Sequences:
for tbl in `psql -qAt -c "select sequence_name from information_schema.sequences where sequence_schema = 'public';" DATABASE` ; do psql -c "alter table $tbl owner to NEW_OWNER" DATABASE ; done
Views:
for tbl in `psql -qAt -c "select table_name from information_schema.views where table_schema = 'public';" DATABASE` ; do psql -c "alter table $tbl owner to NEW_OWNER" DATABASE ; done
Retirado daqui.
Alguma sugestão melhor?
Originalmente publicado em: http://comunidade-linux-brasil.info/content/view/154/1/
Hoje daremos início a uma série de textos que tratam sobre a história do passado, do presente e do futuro do software livre e do sistema operacional GNU/Linux. O objetivo destes textos é trazer para o nosso idioma fatos importantes da história deste grande universo que é a computação, ainda que o idioma não seja a maior das barreiras a ser ultrapassada. Com isso buscamos evitar que sejam proferidas falácias e inverdades como, por exemplo, “software livre é coisa de comunista” ou “o linux é um sistema operacional desenvolvido por Linus Torvalds em 1991″, entre muitas outras.

O primeiro post desta série conta a história do Projeto GNU, que trouxe à vida o sistema operacional GNU/Linux, e sua relação com o a definição do “software livre” e a criação da Free Software Foundation. (Clique em “Continue Lendo”)
Continue lendo sobre GNU? Linux? Hã? – Parte 01 – Projeto GNU
root@gentoo:~# lspci -k
O lspci é um comando utilizado para exibir informações sobre o barramento PCI no sistema e dos disposivos conectado a ele. Genericamente podemos afirmar que o lspci é utilizado para exibir informações sobre o hardware no qual está sendo executado o sistema operacional (modelo e fabricante da placa de vídeo, placa de rede, controladoras de disco, usb, etc).
O parâmetro -k faz com que o lspci informe os drivers/módulos do kernel responsáveis pela manipulação (pelo funcionamento) de cada um dos dispositivos listados, tornando-se assim muito útil no momento da configuração para a compilação de um kernel customizado, por exemplo.
Iniciando uma nova série de posts apenas com links de documentação, tutorial, passo-a-passo e/ou afins úteis e já utilizados, testados e aprovados na implementação bem sucedida de alguma ferramenta.
Como de praxe, sabemos que nem tudo deve ser seguido à risca, mas existem boas referências que sempre servem de consulta.
Segue então lista de links utilizados na implementação de um servidor proxy com o squid autenticado no AD com o squidguard filtrando as ACLs por grupo através de consulta LDAP.
→ Configurando um servidor proxy com o SQUID – Do livro Servidores Linux, o Guia Prático de Carlos E. Morimoto. Consulta válida para quem não sabe nem por onde começar
→ Alphabetic index of all options – Da documentação do squid. Lista e descreve todas as opções disponíveis para o squid.conf.
→ SQUID Wiki – Wiki do SQUID.
» Squid Configuration Examples – Exemplos de configuração do SQUID na Wiki
→ squidGuard Documentation – Documentação do squidGuard.
» Using Authentication in SquidGuard – Utilizando autenticação no squidGuard. (Item 2. Using LDAP)
comp.os.minix
Hello everybody out there using minix -
I’m doing a (free) operating system (just a hobby, won’t be big and
professional like gnu) for 386(486) AT clones. This has been brewing
since april, and is starting to get ready. I’d like any feedback on
things people like/dislike in minix, as my OS resembles it somewhat
(same physical layout of the file-system (due to practical reasons)
among other things).
I’ve currently ported bash(1.08) and gcc(1.40), and things seem to work.
This implies that I’ll get something practical within a few months, and
I’d like to know what features most people would want. Any suggestions
are welcome, but I won’t promise I’ll implement them
Linus (torva…@kruuna.helsinki.fi)
PS. Yes – it’s free of any minix code, and it has a multi-threaded fs.
It is NOT protable (uses 386 task switching etc), and it probably never
will support anything other than AT-harddisks, as that’s all I have
Linus Benedict Torvalds em 28 de agosto de 1991

Infelizmente “eu” não estou, mas o GentooBR está presente no FISL 12!
E ganhamos um banner de nossa autoria para o artwork (Ano que vem sai melhor!)
Eis que pro meu desespero “descubro” que o driver oferecido pela DLink ( DRIVER_LINUX_DWA-125_STA_v2.1.2.0.tar.gz ) e/ou pela Ralink ( 2010_0709_RT2870_Linux_STA_v2.4.0.1.tar.bz2 ) já não compilam nas versões recentes do kernel (incompatibilidades, referências a funções descontinuadas, etc).
Eis que para minha felicidade “descubro” [1] que as versões mais recentes do kernel possuem suporte nativo (ainda que experimental) que até então tem se comportado muito bem. Siga o caminho:
Device Drivers —>
Staging Drivers —>
<*> Ralink 2870/3070 wireless support
Compile e seja feliz.
É necessário possuir o firmware disponível em http://www.ralinktech.com/support.php?s=2
Mais especificamente [Firmware RT28XX/RT30XX USB series (RT2870/RT2770/RT3572/RT3070)] (Preencha qualquer nome e email)
Curioso é que o módulo do kernel buscou por rt3070.bin enquanto o arquivo fornece rt2870.bin. Um link simbólico resolveu o problema.
Sem mais.
Pra quem não sabe, já tem alguns anos que a documentação em pt_BR do Gentoo não é atualizada. Ainda que tenham surgido esforços diversos, inclusive do próprio GentooBR, em manter essa documentação sincronizada com a principal, em inglês, esbarramos na dificuldade de conseguir voluntários (tradutores, revisores), ficando o projeto limitado a poucas pessoas, até atingir um ritmo de quase estagnação, apesar de uma certa quantidade de páginas inteiras já terem sido concluídas.
Segue o comunicado publicado no GentooBR:
“A documentação do Gentoo em Português do Brasil encontra-se totalmente desatualizada (as últimas atualizações ocorreram em 2006). Esta falta de atualização tem causado problemas para iniciantes, que acabam por utilizar a documentação desatualizada por falta de informação.
Não existe mão-de-obra suficiente para sincronizar a documentação em Português do Brasil com a documentação em Inglês, nem uma grande quantidade de usuários dependendo dela, ao que parece. Portanto será solicitda a remoção completa do material em Português do Brasil disponível no site oficial do Gentoo.
Caso alguém deseje trabalhar na atualização, entre em contato conosco o quanto antes. A remoção ainda não foi solicitada.
Infelizmente não existe justificativa para manter documentação desatualizada disponível para os usuários, e isto pode ser percebido facilmente através dos problemas reportados diariamente nos canais de comunicação, como os canais IRC.
Agradecemos a compreensão de todos.”
De todo modo, com certo pesar, devo concordar. Não é viável manter disponível uma documentação defasada, que terá maior chance de ser maléfica do que benéfica, onerando os canais de suporte aos usuários. Mas é uma pena já que eu mesmo já levantei a bandeira da tradução dessa documentação. Quem sabe agora seja o momento de retornarmos com toda força. Mas a pergunta é: Será necessário? Existe demanda?

31.536.000 segundos.
525.600 minutos.
8.760 horas.
365 dias.
52 semanas.
12 meses.
4 estações.
1 ano.
Esse é o tempo da atual existência do novo projeto Gentoo Brasil. Nesse tempo foi possível planejar, sonhar, tentar, falhar, conseguir, prosperar, aprender, crescer.
Foi possível organizar e aproveitar o que já existia e ainda assim trabalhar com o novo. Agora chegou o momento de avaliar se o que fizemos nos últimos 12 meses foi o que planejamos, bem como devemos planejar o nosso objetivo para os próximos 12 meses.
Será que o resultado foi satisfatório? Certamente. Fizemos arte, fizemos pacotes, fizemos documentos, fizemos conteúdo. Agora deve-se iniciar um novo ciclo. Criaremos e destruiremos e recontruiremos.
O ônibus está partindo, alguém quer embarcar?
Nova lista de discussão GentooBR.org: http://groups.google.com.br/group/gentoobrasil

O que é o Gentoo?
O Gentoo é um sistema operacional livre baseado em Linux e/ou FreeBSD que pode ser otimizado e customizado para praticamente qualquer aplicação ou necessidade. Configurabilidade extrema, alta performance e alto nível da comunidade de usuários e desenvolvedores são as grandes marcas da experiência do Gentoo.
O Gentoo traz consigo uma ferramenta que torna-o capaz de ser instalado a gosto do usuário, podendo torná-lo um robusto e seguro sistema para servidores, um ambiente de trabalho com todos os recursos necessários, uma estação de desenvolvimento ou qualquer outra coisa que atenda às necessidades do usuário. Tudo isso graças ao portage.
O que é o Portage?
O Portage é o coração do Gentoo e executa suas principais funções. Por alto, o Portage é o sistema de distribuição de software do Gentoo, o que em outras distribuições também é chamado Gerenciador de Pacotes. O Portage mantém uma árvore que contém uma coleção completa de scripts que podem ser utilizados para a criação e instalação de programas no Gentoo. Atualmente existem mais de 10000 pacotes na árvore do portage com atualizações e novas adições sendo realizadas a todo instante.
O Portage também é uma ferramenta de compilação e instalação de programas. Quando você quiser instalar um programa o portage automaticamente compilará uma versão customizada do programa de acordo com as especificações do usuário, otimização para seu hardware e garantindo que as funções opcionais do programa que você tenha selecionado estejam ativadas — e as que você não deseja estejam desativadas.
Quer saber mais sobre o Gentoo?
Visite-nos no canal #gentoo-br na rede Freenode ou
Visite www.gentoo.org ou
Visite www.gentoobr.org
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